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Tagima Ekosonic guitarra semi-acústica nacional cor Gold
REVIEWS TESTADO Setembro 2026 · 15 min de leitura

Tagima Ekosonic: Review Completo — Vale a Pena em 2026?

A semi-acústica mais premium da Tagima — corpo em maple laminado, braço roasted maple e um detalhe raro: vem com case de fábrica. Specs reais, som, e um comparativo direto com a Strinberg SHS-300, a outra semi-acústica nacional que já testamos.

🔥 Preço variando bastante entre vendedores — compare antes de fechar, a diferença pode passar de R$ 500.
Veredicto rápido: Sim, a Ekosonic vale a pena em 2026 — é a semi-acústica mais completa que a Tagima já fabricou. Corpo em maple laminado (tampo, laterais e fundo), braço roasted maple, escala rosewood, dois humbuckers alnico e ponte Tune-O-Matic. O detalhe que mais chama atenção: ela vem com case incluso de fábrica — algo raro nessa faixa de preço nacional, e que sozinho já representa uma parte relevante do investimento.

Comparativo rápido: Ekosonic vs a outra semi-acústica nacional

Não quer ler o artigo inteiro? Essa tabela resolve. Clique direto no preço da que te interessar — os detalhes completos estão logo abaixo, se quiser se aprofundar antes de decidir.

# Modelo Preço Corpo / Braço Diferencial Ver preço
1 Tagima Ekosonic R$ 3.800–4.800 Maple laminado / Roasted maple Case incluso, hardware premium Ver preço →
2 Strinberg SHS-300 R$ 2.000–2.500 Basswood / Maple (set neck) Mais em conta, braço colado Ver preço →
3 Tagima Stella Modern R$ 3.200–4.800 Mogno / Roasted maple Corpo sólido, formato strat-style Ver preço →
4 Epiphone ES-335 R$ 6.000–8.000 Maple laminado / Set neck Referência internacional do formato Ver review →

Para quem cada semi-acústica faz sentido

Formato parecido, propostas de construção diferentes — escolha pelo seu orçamento e pela prioridade entre braço colado ou corpo laminado com case incluso.

🏆 SEMI-ACÚSTICA PREMIUM COM CASE
Tagima Ekosonic
★★★★½ · R$ 3.800–4.800
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💰 MAIS EM CONTA
Strinberg SHS-300
★★★★½ · R$ 2.000–2.500
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🎸 SE PREFERE CORPO SÓLIDO
Tagima Stella Modern
★★★★½ · R$ 3.200–4.800
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⭐ SALTO DE QUALIDADE
Epiphone ES-335
★★★★★ · R$ 6.000–8.000
📖 Ver review

Review Tagima Ekosonic: o que você precisa saber

Você já reparou como o formato double cutaway com f-holes é praticamente sinônimo de "guitarra de blues e jazz sofisticada"? A Ekosonic entrega esse visual clássico com um acabamento Gold Metallic que brilha de um jeito que fotos não capturam totalmente — precisa ver ao vivo pra entender o efeito.

Quando abri a caixa, a primeira surpresa foi o case rígido incluso — não é bag simples, é um case de verdade, acolchoado, com o formato da guitarra. Isso muda a conta: guitarras dessa faixa de preço geralmente vendem o case separado, e aqui ele já vem no pacote. O peso da guitarra em si é moderado, típico de corpo semi-oco, confortável pra sessões longas sentado.

01
Tagima Ekosonic
SEMI-ACÚSTICA PREMIUM · CASE INCLUSO · CORPO MAPLE LAMINADO
★★★★½ 4.6 — nota do editor após testes em bancada
MARCA
Tagima (brasileira, fundada 1986)
LINHA
Jazz N Blue Series
CORPO
Maple laminado (tampo, laterais e fundo), semi-oco com f-holes
BRAÇO
Roasted Maple
ESCALA
Rosewood · 22 trastes
CAPTADORES
2x Humbucker Alnico by Tagima
CONTROLES
1 volume + 1 tone + chave 3 posições
PONTE
Tune-O-Matic
TARRAXAS
Cromadas die-cast
ACOMPANHA
Case rígido incluso
CANHOTO
Não disponível
CORES
Gold, Metallic Deep Silver
PREÇO MÉD. ML
R$ 3.800–4.800
✔ Prós
  • ✓ Case rígido incluso — economia real sobre comprar separado
  • ✓ Corpo em maple laminado, construção mais próxima de importadas
  • ✓ Braço roasted maple — mais estável termicamente
  • ✓ Ponte Tune-O-Matic estável, sem tremolo pra desafinar
  • ✓ Acabamento Gold Metallic visualmente impressionante
  • ✓ Captadores alnico com boa resposta dinâmica
✘ Contras
  • ✗ Preço alto — a mais cara entre as Tagima cobertas nesta série
  • ✗ Sujeita a feedback em volume alto com ganho elevado
  • ✗ Só duas cores disponíveis
  • ✗ Circuito simples (1V, 1T) — sem muitas opções de mistura

Construção: maple laminado, roasted maple e o corpo semi-oco

corpo da Tagima Ekosonic mostrando os f-holes e o formato double cutaway semi-oco
Corpo em maple laminado — tampo, laterais e fundo construídos separadamente, a mesma técnica de guitarras semi-acústicas de referência internacional.

Corpo em Maple laminado — diferente da Strinberg SHS-300, que usa corpo escavado em basswood, a Ekosonic é construída com tampo, laterais e fundo em maple montados separadamente, formando as câmaras de ar internas. É a mesma técnica construtiva usada em semi-acústicas de referência como a Epiphone/Gibson ES-335, e resulta numa resposta acústica mais rica.

Braço em Roasted Maple — mesma tecnologia de torrefação que vimos na T-640 Super e na Stella Modern, aqui aplicada numa semi-acústica. O resultado é um braço mais estável contra variações de temperatura e umidade, com o visual caramelizado característico.

Escala em Rosewood com 22 trastes entrega a sensação macia sob os dedos que guitarristas de jazz e blues costumam preferir.

⚠️
Sobre feedback (microfonia): como qualquer guitarra semi-oca com f-holes, a Ekosonic pode entrar em ressonância com o amplificador em volumes altos com ganho elevado. Não é defeito — é física do formato. Em ensaio, estúdio e uso doméstico, praticamente não aparece.
🎸 TAGIMA EKOSONIC · SEMI-ACÚSTICA COM CASE INCLUSO

Corpo em maple laminado, braço roasted maple, ponte Tune-O-Matic. Vem com case rígido de fábrica.

Como soa a Ekosonic

detalhe dos dois captadores humbucker alnico da Tagima Ekosonic e a ponte Tune-O-Matic
Dois humbuckers alnico com a ponte Tune-O-Matic entre eles — o mesmo layout clássico das semi-acústicas de formato ES-335.

Você já notou como uma semi-acústica soa "mais alto" acusticamente antes mesmo de ligar no amplificador? A Ekosonic confirma isso — o corpo em maple laminado ressoa bem sem amplificação, e isso se traduz em sustain natural e um caráter sonoro mais aberto quando ligada.

Captador do braço (neck): quente e encorpado, com boa definição mesmo em acordes cheios. A escolha natural pra jazz limpo e blues.

Captador da ponte (bridge): mais definido e presente, com boa articulação em riffs de rock clássico. Funciona bem com ganho moderado.

Comparada com a Strinberg SHS-300, que já detalhamos em review própria, a Ekosonic tem um caráter ligeiramente mais brilhante — efeito do maple laminado versus o basswood escavado da concorrente. As duas entregam bem o essencial do formato semi-acústico, mas com nuances diferentes de construção. Fizemos um comparativo completo entre as duas, lado a lado, se quiser se aprofundar antes de decidir.

Hardware: ponte, tarraxas e o case incluso

Tagima Ekosonic completa mostrando o corpo semi-oco, ponte Tune-O-Matic e tarraxas cromadas
A ponte Tune-O-Matic fixa mantém afinação estável — sem tremolo, sem os problemas de instabilidade das outras linhas Tagima com trêmolo.

A ponte Tune-O-Matic permite ajuste independente de altura e intonação por par de cordas, e a ausência de tremolo — diferente de praticamente toda a linha strat-style da Tagima que já revisamos — significa afinação naturalmente mais estável no dia a dia. As tarraxas cromadas die-cast seguram bem a afinação em uso normal.

O case rígido incluso é o diferencial mais prático da Ekosonic. Cases dessa qualidade costumam custar R$ 400–800 separadamente — já estar no pacote muda a matemática de custo-benefício real, mesmo com o preço de tabela mais alto.

Ekosonic vs concorrentes: comparativo honesto

Ekosonic vs Strinberg SHS-300: aqui está a comparação mais direta possível — as duas são semi-acústicas nacionais no mesmo formato. A SHS-300 tem braço colado (set neck), o que teoricamente ajuda no sustain, mas corpo mais simples em basswood escavado. A Ekosonic usa maple laminado (construção mais próxima de referências internacionais) e braço parafusado, além de vir com case. A diferença de preço é grande — quase o dobro — mas o pacote da Ekosonic (case + maple laminado) justifica boa parte disso.

Ekosonic vs Tagima Stella Modern: formatos completamente diferentes. A Stella Modern é corpo sólido strat-style; a Ekosonic é semi-oca com f-holes. Escolha pelo formato que você quer, não só pelo preço — são propostas sonoras distintas.

Ekosonic vs Epiphone ES-335: a Epiphone é a referência internacional consagrada do formato, com braço colado de precisão e décadas de reputação — mas custa significativamente mais. Veja mais na review Epiphone. Se semi-acústica vai ser sua guitarra principal por muitos anos, vale considerar o investimento adicional.

Ekosonic vs Tagima Jazz-1900: as duas dividem a linha Jazz N Blue, mas construções bem diferentes. A Jazz-1900 é archtop totalmente oca, com ponte flutuante — mais autêntica pro som de jazz clássico. A Ekosonic é semi-oca com ponte fixa — mais versátil, lida melhor com ganho.

⚡ COMPARE ANTES DE COMPRAR

Confira o preço atual da Ekosonic no Mercado Livre. A diferença entre vendedores pode passar de R$ 500.

Prós e contras — resumo final

✔ Prós
  • ✓ Case rígido incluso — economia real sobre comprar separado
  • ✓ Corpo em maple laminado, construção premium
  • ✓ Braço roasted maple, mais estável termicamente
  • ✓ Ponte Tune-O-Matic fixa — afinação estável
  • ✓ Acabamento Gold Metallic visualmente impressionante
  • ✓ Excelente para blues, jazz e rock clássico
✘ Contras
  • ✗ Preço alto — a semi-acústica mais cara da Tagima
  • ✗ Sujeita a feedback em volume alto com ganho elevado
  • ✗ Só duas cores disponíveis
  • ✗ Circuito simples (1V, 1T)

Para quem a Ekosonic faz sentido

Compre a Ekosonic se: você quer o formato semi-acústico com construção mais próxima de referências internacionais, e valoriza vir com case incluso. Se você toca blues, jazz ou rock clássico com ganho moderado. Se o orçamento permite investir no que é, hoje, a semi-acústica mais completa do catálogo nacional Tagima.

Não compre se: o orçamento está mais próximo de R$ 2.000–2.500 — nesse caso a Strinberg SHS-300 entrega boa parte da experiência por bem menos dinheiro. Também não é a escolha certa se você toca principalmente com ganho alto e volume elevado em shows — o risco de feedback é real nesse cenário.

A Ekosonic mostra que a Tagima consegue competir com semi-acústicas de padrão internacional quando decide investir em construção de verdade — maple laminado, roasted maple, case incluso. Não é pra todo mundo, mas pra quem já sabe que quer esse formato, é uma das melhores opções nacionais disponíveis.

🎸
Qual eu compraria hoje?
Se o orçamento fosse até R$ 2.500, ia de Strinberg SHS-300 sem culpa — o braço colado dela compensa bem o corpo mais simples. Mas com R$ 3.800–4.800 disponíveis, a Ekosonic é decisão fácil: o case incluso sozinho já resolve boa parte da diferença de preço, e o maple laminado entrega uma construção mais séria. Se o orçamento chegasse em R$ 7.000, a Epiphone ES-335 ainda venceria fácil — mas aí já é outro patamar de investimento.

Semi-acústica de maple laminado: o que muda no som e no dia a dia

A Ekosonic é uma semi-acústica com f-holes, e o corpo construído em maple laminado dá a ela um caráter diferente do de uma guitarra maciça ou de uma archtop totalmente oca. Vale entender o meio-termo que esse formato oferece.

Ressonância natural: com tampo, laterais e fundo montados separadamente, formando câmaras de ar, o corpo ressoa bem mesmo sem amplificador. Você ouve o instrumento vibrando, e isso se traduz em sustain natural e em um caráter aberto quando ligada.

Peso moderado: o corpo semi-oco é mais leve do que o de uma guitarra maciça, o que ajuda em sessões longas, principalmente sentado.

Timbre versátil: os dois humbuckers alnico entregam corpo e definição. Dá para tocar jazz limpo, blues, rock clássico e pop com timbres quentes, e ela lida melhor com ganho moderado do que uma archtop totalmente oca.

Ponte fixa: a ponte Tune-O-Matic mantém a afinação estável, sem tremolo. Para entender melhor os formatos, veja tipos de guitarra: o guia completo de formatos e modelos.

Microfonia: como evitar o apito na Ekosonic

Como qualquer semi-oca com f-holes, a Ekosonic pode entrar em ressonância com o amplificador em volumes altos com ganho elevado. Em ensaio, estúdio e uso doméstico, raramente aparece, mas em palco vale ter alguns cuidados.

Volume e ganho moderados: a guitarra brilha com sons limpos e com overdrive leve a médio. Com distorção pesada em volume alto, o apito cresce.

Posição no palco: evite ficar de frente para o amplificador. Colocar o amp de lado ou atrás de você reduz a realimentação.

Ajuste o tom: reduzir agudos e presença no amplificador ajuda a controlar o apito.

Se o seu estilo pede muito ganho: uma guitarra maciça é mais adequada. Veja a review da GSS-400.

Estilos musicais: onde a Ekosonic rende mais

Jazz e bossa nova: o captador do braço, quente e encorpado, com o tom um pouco fechado, entrega o som clássico do gênero.

Blues e soul: a resposta dinâmica dos captadores alnico e o corpo ressonante dão nuance a solos e acordes.

Rock clássico e indie: o captador da ponte, mais definido, com ganho moderado, funciona bem em riffs e acordes.

Pop e MPB: serve muito bem para acompanhamento e timbres quentes.

Rock pesado e metal: não é o foco. O corpo semi-oco gera microfonia com muito ganho. Para entender a diferença entre captadores, veja single coil vs humbucker.

Como configurar a Ekosonic depois da compra

Cordas: cordas novas melhoram brilho e afinação. Um jogo de calibre .010 é o ponto de partida mais comum, e calibres um pouco maiores dão mais corpo, algo apreciado em jazz e blues.

Altura da ponte: o Tune-O-Matic tem duas rodas laterais para subir ou descer a ponte. Para conferir a sua, meça na 12ª casa; o intervalo de 1,6 a 2,0 mm é o mais usado.

Altura dos captadores: numa guitarra oca, um captador muito alto aumenta a chance de microfonia; abaixe-o se o apito aparecer. Mexa um pouco, toque, ouça e repita até achar o ponto.

Intonação: os saddles avançam ou recuam para acertar a afinação na 12ª casa. Se você não tem prática, deixe para o luthier. Para o processo completo, veja como funciona a regulagem da guitarra.

Case rígido e cuidados com a semi-acústica

O case rígido incluso é o diferencial mais prático da Ekosonic. Guitarras semi-ocas são mais sensíveis a batidas e a mudanças de umidade, e o case protege nos dois casos.

Use o case sempre: no transporte e ao guardar por longos períodos. Ele evita batidas e reduz variações bruscas de temperatura.

Umidade e calor: guarde a guitarra longe de sol direto e ar-condicionado. Instrumentos de maple laminado com câmaras internas reagem a mudanças climáticas.

Limpeza: use um pano macio e seco depois de tocar. O acabamento Gold Metallic pede cuidado para não riscar. Evite produtos abrasivos.

Braço em roasted maple: o braço torrado é mais estável contra variação de temperatura e umidade. Limpe com um pano seco.

Gold ou Metallic Deep Silver: como escolher a cor

A Ekosonic vem em duas cores: Gold e Metallic Deep Silver. O dourado é mais chamativo e realça o formato clássico, e o prateado é mais discreto e moderno. O timbre é o mesmo, então a escolha é estética e de disponibilidade. Compare o preço entre lojas, porque a diferença entre vendedores pode passar de R$ 500.

Ekosonic ou Jazz-1900: como decidir entre as duas Tagima

As duas fazem parte da linha Jazz N Blue e vêm com case, mas a proposta é diferente.

Jazz-1900: archtop totalmente oca, com ponte flutuante. É mais autêntica para o som de jazz clássico, mas pede volume moderado e mais cuidado com a ponte.

Ekosonic: semi-oca com ponte fixa. É mais versátil, lida melhor com ganho e é mais simples de manter.

Como decidir: se você toca jazz tradicional em volume baixo, a Jazz-1900. Se toca blues, rock clássico e jazz com mais versatilidade, a Ekosonic. Veja a review da Jazz-1900 para comparar.

Erros de compra com a Ekosonic

Comprar para rock pesado: o corpo semi-oco gera microfonia com muito ganho.

Ignorar a alternativa mais barata: a Strinberg SHS-300 custa bem menos. Veja a review da SHS-300.

Não usar o case: o case incluso protege a guitarra. Vale usá-lo sempre.

Quanto custa ter uma Tagima Ekosonic de verdade

A Ekosonic custa entre R$ 3.800 e R$ 4.800, mas o case rígido incluso pesa na conta: cases desse padrão custam de R$ 400 a R$ 800 separados. Por isso, o custo real fica mais perto do preço de uma semi-acústica de faixa inferior que precisa comprar o case à parte.

O que ainda falta comprar é um amplificador limpo de qualidade e cordas novas. Para o conjunto completo, veja quanto custa montar um setup completo de guitarra.

O que conferir na sua Tagima Ekosonic ao abrir a caixa

O case rígido: abra e feche o case, e confirme que as travas seguram. Ele é parte do valor do pacote e deve chegar sem amassados.

O Gold Metallic: o acabamento dourado mostra riscos com facilidade. Examine sob luz forte, principalmente na região do braço do cutaway.

O maple laminado: passe a mão pelas emendas entre tampo, laterais e fundo. Elas devem ser lisas, sem degraus.

A cor do roasted maple: o braço deve ter tom caramelo uniforme. Manchas muito diferentes de um lado para o outro sugerem madeira mal selecionada.

O que vale trocar na Ekosonic (e o que não vale)

Numa guitarra desta faixa, os upgrades costumam ser poucos, e a ordem importa.

1. Regulagem e cordas: antes de qualquer peça, faça uma boa regulagem e coloque um jogo de cordas de boa qualidade. Numa semi-acústica, isso muda mais o toque do que qualquer troca.

2. Amplificador limpo de qualidade: como o timbre da guitarra brilha em sons limpos, um bom amplificador faz mais diferença do que trocar captadores.

3. Captadores: os humbuckers alnico by Tagima já são de boa qualidade para a faixa. Só pense em trocar depois de tocar bastante e saber o que quer mudar.

4. Tarraxas: as die-cast cromadas seguram bem a afinação em uso normal, então só valem a troca se você notar instabilidade.

🛒 PRONTO PARA COMPRAR?

Veja o preço atual da Tagima Ekosonic no Mercado Livre. Preços oscilam bastante entre vendedores — vale comparar antes de fechar.


Perguntas Frequentes

A Tagima Ekosonic é boa?
Sim. É a semi-acústica premium da Tagima, com corpo em maple laminado (tampo, laterais e fundo), braço roasted maple, escala rosewood, dois humbuckers alnico e ponte Tune-O-Matic. Chega com case incluso, algo raro nessa faixa de preço nacional.
Qual a diferença entre a Ekosonic e a Strinberg SHS-300?
As duas são semi-acústicas formato ES-335. A SHS-300 tem braço colado (set neck) e corpo em basswood escavado. A Ekosonic tem corpo em maple laminado (tampo, laterais e fundo separados) e braço roasted maple. A Ekosonic custa mais, mas vem com case incluso e usa madeira de construção diferente.
A Ekosonic sofre com feedback (microfonia) em volume alto?
Pode sofrer, sim — é característica de qualquer guitarra semi-acústica com f-holes, não um defeito específico dela. Em volumes moderados não costuma ser problema. Em shows com volume muito alto e ganho elevado, vale ter mais cuidado.
Quanto custa a Tagima Ekosonic?
No Mercado Livre, com vendedores autorizados, o preço costuma ficar entre R$ 3.800 e R$ 4.800, já com o case incluso. O preço de tabela no site oficial da Tagima é ainda mais alto.
A Ekosonic tem versão para canhoto?
Não encontramos versão canhoto em catálogo para este modelo.

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